terça-feira, 18 de outubro de 2011

Me pergunto coisas tão absurdas, uma coisa mais sem sentido que a outra. E se minhas unhas nunca tivessem se quebrado, que tamanho elas estariam hoje? E se eu jamais houvesse cortado meus cabelos, que tamanho ele estaria hoje? E seu jamais houvesse chorado, será que eu estaria inundada por dentro? E se meu coração jamais tivesse sido partido, será que hoje ele estaria melhor? E se eu nunca houvesse te conhecido, será que eu seria alguém mais feliz? Talvez, quem sabe.

Mas eu gosto mesmo de você. Posso até dizer que não, que não sinto nada, que esse coração é de pedra. Eu posso até gritar que não te quero, que você não é ninguém, que nunca vai ser mais que um conhecido. E eu grito mesmo, faço birra e cara feia. Tudo pra abafar os sons que vêm do peito. Coração que grita em desespero, em desejo, grita tudo aquilo que insisto em negar.
Não adianta chorar, mostre que você é forte, levante e siga em frente.
Ei pequena qual o motivo dessas lágrimas, dessa tristeza estampada em seu rosto? É amor não correspondido? São problemas na família? São as falsas amizades? Já sei pequena […] é tudo problema da “vida” ta tudo complicado, não é? Ei pequena olha pra cima, está vendo? Não? Pois ele está te vendo. E estás sofrendo junto à ti. Ei pequena, não desiste não. O Homem lá em cima tem planos pra você, planos pra uma vida inteira. Não chora não, sorri vai. Abre aquele sorriso lindo, aquele que com seu charme você consegue encantar todo mundo. Ei não se preocupa não, vai tudo dar certo.

Me desculpa por todas as vezes que me deixei levar pelo orgulho e não ter te ligado. Me desculpa por ser tão complicada e cheia de erros. Me desculpa por não ser a pessoa que você queria que eu fosse [] Me desculpa por não conseguir demonstrar o que eu sinto por você, sempre me faltam palavras para falar de ti. Não consigo explicar, só consigo sentir. E sinto muito